Nosso processo de parboilização, etapa por etapa
- Newtec

- há 13 minutos
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É assim que a nossa instalação completa de parboilização funciona, da entrada do arroz em casca até o silo. São seis etapas. Cada uma tem um trabalho, e cada uma depende da anterior ter sido bem feita.
Um detalhe que faz diferença logo na entrada: a instalação processa o arroz úmido direto, sem secagem prévia. É menos uma etapa, menos energia gasta antes mesmo de começar.
1. Pré-limpeza e classificação
Antes de qualquer coisa, tirar o que não é arroz.
A peneira vibratória com aspiração separa impureza, detrito e grão defeituoso. Só o arroz que presta segue para o processo.
Isso importa mais do que parece. Grão ruim não melhora dentro da autoclave, e tudo o que entra errado ocupa água, vapor, tempo de tanque e espaço no secador. O que entra decide o que sai.
2. Encharcamento
O grão precisa chegar na umidade e na temperatura certas antes do vapor.
Os nossos tanques trabalham com recirculação e reaquecimento de água. A água que circula mantém a temperatura igual em todo o tanque, e o resultado é umidade homogênea entre os grãos em menos tempo de encharcamento.
Se o grão chega desigual na autoclave, a gelatinização começa desigual. E nenhuma etapa depois conserta isso.
3. Autoclave
É o coração do processo. Com vapor, pressão e tempo controlados, o amido gelatiniza.
A nossa autoclave é vertical e trabalha em fluxo FIFO: primeiro a entrar, primeiro a sair. Na prática isso quer dizer que cada grão fica lá dentro pelo mesmo tempo. Sem grão passado e sem grão cru no mesmo lote.
É o que dá uma parboilização homogênea.
4. Secagem rápida em leito fluidizado
Depois do vapor o grão sai encharcado, e a maior parte dessa água precisa sair rápido.
No leito fluidizado o ar suspende o grão. A massa se comporta como um líquido fervendo: nenhum grão fica parado num lugar privilegiado, todos recebem a mesma quantidade de calor. O trocador de calor vapor-ar mantém o ar na mesma temperatura do começo ao fim da câmara.
Derruba a umidade rápido, com pouca energia.
5. Secagem final em secadores de coluna
Do leito fluidizado o grão sai com a umidade derrubada, mas ainda não no ponto de armazenar. A secagem final é mais lenta, em secadores de coluna contínuos ou intermitentes, até a umidade segura de armazenagem.
A geometria da coluna é o que garante secagem pareja: mesma seção de passagem de ar em toda a altura, grão descendo no mesmo ritmo em toda a largura. É isso que preserva o grão inteiro.
6. Silo de tempering
Depois de secar, ainda existe diferença de umidade entre a casca e o centro do mesmo grão.
No silo de tempering, sem ar quente e sem pressa, a umidade e a temperatura equalizam. É a etapa que evita fissura, melhora a qualidade final e reduz perda no beneficiamento.
É também a etapa que mais se pula quando o turno aperta. E é onde o quebrado aparece depois, sem ninguém entender de onde veio.
O que isso entrega
No fim das seis etapas, o que sai da instalação:
Grão bem gelatinizado, com parboilização homogênea de um lote para o outro.
Baixa taxa de quebrado: redução para até 2% no índice de grãos quebrados.
Processo estável, com o mesmo resultado turno após turno.
Baixo consumo de energia: até 30% de economia no consumo, conforme o nosso folder técnico.
A Newtec projeta, fabrica e monta instalações completas de parboilização em Nova Santa Rita/RS há mais de 35 anos, para engenhos no Brasil e em cinco países. Da pré-limpeza à secagem final, sob a mesma engenharia.
Quer conversar sobre a tua planta? Fale com a nossa equipe: wa.me/5551999322244
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