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Nosso processo de parboilização, etapa por etapa

  • Foto do escritor: Newtec
    Newtec
  • há 13 minutos
  • 3 min de leitura

É assim que a nossa instalação completa de parboilização funciona, da entrada do arroz em casca até o silo. São seis etapas. Cada uma tem um trabalho, e cada uma depende da anterior ter sido bem feita.

Um detalhe que faz diferença logo na entrada: a instalação processa o arroz úmido direto, sem secagem prévia. É menos uma etapa, menos energia gasta antes mesmo de começar.

1. Pré-limpeza e classificação

Antes de qualquer coisa, tirar o que não é arroz.

A peneira vibratória com aspiração separa impureza, detrito e grão defeituoso. Só o arroz que presta segue para o processo.

Isso importa mais do que parece. Grão ruim não melhora dentro da autoclave, e tudo o que entra errado ocupa água, vapor, tempo de tanque e espaço no secador. O que entra decide o que sai.

2. Encharcamento

O grão precisa chegar na umidade e na temperatura certas antes do vapor.

Os nossos tanques trabalham com recirculação e reaquecimento de água. A água que circula mantém a temperatura igual em todo o tanque, e o resultado é umidade homogênea entre os grãos em menos tempo de encharcamento.

Se o grão chega desigual na autoclave, a gelatinização começa desigual. E nenhuma etapa depois conserta isso.

3. Autoclave

É o coração do processo. Com vapor, pressão e tempo controlados, o amido gelatiniza.

A nossa autoclave é vertical e trabalha em fluxo FIFO: primeiro a entrar, primeiro a sair. Na prática isso quer dizer que cada grão fica lá dentro pelo mesmo tempo. Sem grão passado e sem grão cru no mesmo lote.

É o que dá uma parboilização homogênea.

4. Secagem rápida em leito fluidizado

Depois do vapor o grão sai encharcado, e a maior parte dessa água precisa sair rápido.

No leito fluidizado o ar suspende o grão. A massa se comporta como um líquido fervendo: nenhum grão fica parado num lugar privilegiado, todos recebem a mesma quantidade de calor. O trocador de calor vapor-ar mantém o ar na mesma temperatura do começo ao fim da câmara.

Derruba a umidade rápido, com pouca energia.

5. Secagem final em secadores de coluna

Do leito fluidizado o grão sai com a umidade derrubada, mas ainda não no ponto de armazenar. A secagem final é mais lenta, em secadores de coluna contínuos ou intermitentes, até a umidade segura de armazenagem.

A geometria da coluna é o que garante secagem pareja: mesma seção de passagem de ar em toda a altura, grão descendo no mesmo ritmo em toda a largura. É isso que preserva o grão inteiro.

6. Silo de tempering

Depois de secar, ainda existe diferença de umidade entre a casca e o centro do mesmo grão.

No silo de tempering, sem ar quente e sem pressa, a umidade e a temperatura equalizam. É a etapa que evita fissura, melhora a qualidade final e reduz perda no beneficiamento.

É também a etapa que mais se pula quando o turno aperta. E é onde o quebrado aparece depois, sem ninguém entender de onde veio.

O que isso entrega

No fim das seis etapas, o que sai da instalação:

  • Grão bem gelatinizado, com parboilização homogênea de um lote para o outro.

  • Baixa taxa de quebrado: redução para até 2% no índice de grãos quebrados.

  • Processo estável, com o mesmo resultado turno após turno.

  • Baixo consumo de energia: até 30% de economia no consumo, conforme o nosso folder técnico.

A Newtec projeta, fabrica e monta instalações completas de parboilização em Nova Santa Rita/RS há mais de 35 anos, para engenhos no Brasil e em cinco países. Da pré-limpeza à secagem final, sob a mesma engenharia.

Quer conversar sobre a tua planta? Fale com a nossa equipe: wa.me/5551999322244

NEWTEC — Engenharia Industrial desde 1991. [newtec.ind.br](https://newtec.ind.br)

 
 
 

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